Era pra existir uma crônica aqui, ou uma literatura marginal as 01:50 de uma noite qualquer. Mas não há, não para mim. Pra você pode haver mais que palavras, pode conter sentimentos ou emoções, mas não para mim. Palavras mortas, nada mais nada menos, eu apenas as recolhi de algum lugar vazio e as ordenei, até que se tornassem algo sem valor, apenas contradizo meu pensamento, e chego a lugar nenhum. e aqui se vai o ultimo suspiro da minha sanidade, cruzando as linhas de pensamentos, ultrapassando barreiras sociais e por fim dizendo:
Foi uma tarde de suscetibilidade eu estava claramente alegre, ao leito da cama desfrutando das delicias que a tecnologia pode oferecer. Musica, vídeo e a famosa Comunicação rápida e fácil para com o mundo!
O clima temperado, estava um tanto agradável o que me deixava mais confortável e despreocupado com os perigos que o mundo nos submete.
A fome pra mim sempre foi algo psicológico, quando eu estou alegre, eu estou com fome, quando bate a triste, não podemos esquecer a nossa grande amiga e companheira fome, ela chega de mansinho como quem não quer nada, e quando você cai em si, esta balbuciando por guloseimas seja elas quindins frescos ou até mesmo um belo e gorduroso pedaço de pizza do dia anterior... Com a fome satisfeita, pude voltar ao meu leito de descanso e retomar meu poder dentro a Internet!
Distraído e reflexivo era como eu estava no momento, em que um som, vindo de fora me chamou a atenção, um homem avistei, não o conhecia, mais pude deduzir suas intenções, sim era um assalto.
Como todo grande covarde, a primeira reação foi, POLICIA, em um ato desesperado me joguei da cama para o chão estilo ‘MISSÃO IMPOSSIVEL’, não podia ser notado, tinha que agarrar o telefone me trancar e esperar que a segurança do nosso estado fosse competente suficiente de me encontrar e me tirar daquela enrascada.
Preso ao banheiro conseguia ouvir, ele, com sua cerra cerrando as grades da janela, tentando entrar a todo custo, pronto para o que der e vier. Gradativamente meus batimentos cardíacos aumentavam, e eu não conseguia me conter que aquele poderia ser o meu fim! Em um ato de vida ou morte, me destranquei e corri para forra, corri como se estivesse em uma maratona, pessimista, achei que não iria conseguir, mais consegui, eu sai de casa, e é um tanto irônico dizer, mais quando sai para a rua, a policia estava passando no exato momento! Não teve outra, eu os parei! E o fiz com que entrassem, de mãos armadas a escolta policial entro em minha residência, esperando encontrar um assassino sem coração pronto para cometer uma chacina, bem mas infelizmente não foi isso que eles encontraram, o tal assassino de que eu queria a caveira era apenas um pintor. Um pobre pintor ganhando o seu pão de cada dia, bom a primeira coisa que pensei foi, nossa que sorte estou bem, mas depois veio o sentimento de culpa em relação ao pintor, e esperando não haver nenhum tipo de rancor depois do mal entendido fui me desculpar, bem eu fui esnobado, ele me caracterizou algo que não era. Fui sádico, dei risada perante seu desabafo de rancor, e voltei calmamente para meu leito e vi que nem tu é o que parece ser.
Inutilmente eu me levantei da cama, e me preparei para o meu dia. Inutilmente fui para o colégio e tentei ser o melhor aluno da classe. Inutilmente fui elogiado, por ser o melhor aluno da classe, e o mais sabio Inutilmente me senti útil, me senti valido e por miseros 2 minutos eu pensei em como pensar em ser útil é um ato tão inutil. Porque ?! Por que nesses miseros 2 Minutos de Autopiedade e compaixão que tive para comigo mesmo, foram os que eu consegui raciocinar que você é útil quando faz algo realmente últil, e não porque acerta um questionario de respostas um tanto que mediocres! Me sentiria útil se salvace um gato de uma árvore, ou uma gentil senhora de um acidente de carros ou até mesmo um conseguir conter uma PAMDEMIA MUNDIAL! sim eu exagero. Mas retomando, enquanto eu perdia meus 2 minutos, de autopiedade comigo mesmo, eu percebi que eu poderia estar usando-o para algo realmente últil! Naquele momento me senti um completo idiota e fraco por ter nessecidade, falta e vontade de sentir útil. A utilidade so vem através dos atos que são feito para terceiros, ou seja você nessecita de outra pessoa para se sentir bem consigo mesmo! Um tanto patético, não ?! Bom depois de toda minha reflexão e dos 20% de aula de biologia perdidos, eu cheguei a uma conclusão de que eu sou um tanto vulneravel, ou até mesmo fraco! e cheguei a conclusão tamben de que não sei como os musgos se reproduzem! Foi a parte da aula que eu perdi. Bom eu precisava vir aqui compartilhar isso com os leitores, e tamben é um alivio pra minha consciencia! HAHA ;*
Musica, nos transmite para um mundo diferente sem ter que dar 1 passo, ou simplesmente
nos faz sentir coisas, sensações que só ela nos faz sentir.
O som a leveza, que nos transcende, pode fazer com que nos sinta leve, triste, amável ou até mesmo um completo sem coração. A sua silenciosa persuasão tem o poder de definir nossos gostos e mentes, selecionar hábitos e nos redefinir de acordo com sua batida, seu ritmo, até que entremos em harmonia, seja ela uma batida densa ou leve, entramos em transi com o som e deixamos ser guiados paralelamente para um universo onde nos queremos estar, onde tudo é perfeito e nada pode nos atrapalhar a viver, onde não precisamos lutar contra os medos, e apenas ser feliz e nada pode acabar com este prazer que é estar em harmonia consigo mesmo. Ñão apenas ouça a musica,
a viva!
Acreditamos no que é mais concreto e plausível, cremos no que é mais cômodo,
e vivemos uma vida que seja fácil?!
- NÃO.
é completamente instável, tudo inconstante, nada é perfeito, e ninguém muda, logo isto se torna fato.
Um alcoólatra que cumpre sua estadia numa clinica de reabilitação, quando sai dela não deixa de ser alcoólatra. Ela apenas passa a não beber porque tem um pingo que seja de misericórdia por sua vida infeliz.
''Nada é perfeito; Vivemos o que temos que viver; A vida não é justa''
Essas frases feitas, usadas no cotidiano social, até parecem reais, ou validas, basta você estar pronto para aceitá-las, a partir dai você passa a enxergar a vida com outros olhos.
Ou talvez não, quem sou eu pra dizer?! Os Humanos são inconstantes, e alem do mais a humanidade me assombra.
eu realmente nem sei o que eu estou dizendo; apenas gosto de dizer .
Escrever! Um dom, uma arte ou até mesmo um simples ato.
Os autores de maior 'importância' que estão presentes na literatura cotidiana estão com o tempo adquirindo um caráter mimético que de certo forma chega a ser perturbador, os livros por gênero, seguem uma linha de raciocínio que se tornam tão costumeiro para os leitores que acaba se tornando algo sem valor, padrão.
As criticas em si, nos ajudam a melhorar algo em que podemos melhorar, recebo diversas criticas em relação ao que escrevo, mais como sempre digo, 'sabe de uma coisa ?! Eu não dou a mínima', e realmente não dou, sou confuso logo o que escrevo será confuso, é um silogismo barato mais não deixa de ser o correto! Digamos que para me entender a partir do que escrevo tem que se saber o básico sobre mim.
- Uma duvida! Como conhecer o básico sobre você sendo que para entender o que você escreve necessito lhe conhecer?
De fato! É necessário, mais naturalmente ao longo do que escrevo, eu deixo rastros, vestígios de mim, do que penso, e do que sinto, se sou incomum, instável, ou até mesmo um libertino por natureza.
Mais o interessante que não é necessário entender, e sim se comover, procurar semelhanças, ou até mesmo respostas, o que lhe convém para ser mais direto.
Confuso não?! Mais como eu digo e repito, ' Eu não dou a Mínima. '
Não me entenda mal, me importo para com os seus pensamentos, mais nem por isso irei domesticar os meus.
Hoje logo cedo, acordei com um sentimentalismo barato empregado em meu corpo, era quase que lastimáveis aquelas sensações e sentimentos, não conseguia acreditar que era possível sentir tudo que eu senti naqueles miseráveis 35 minutos de compaixão.
Andando pelos quartos vazios, eu percebi que eles eram cheios, mais meu ódio e meu egocentrismo, me cegava de todos que ali circulavam, não podia velos não podia senti-lo, só podia ver como eles eram baixos, é como se todos eles ali rodeados deveriam estar agradecidos a minha presença. Não conseguia ter compaixão por eles apenas, ódio e lastima, nunca pude entender tal sentimento e porque deveria senti-lo e muito menos por quem senti-lo, apenas sentia.
Estranho é ver que, meu cachorro, um animal, que se encontrava ali deitado em um canto sujo, dormindo e tão concentrado, que um simples suspiros poderiam desperta-lo; ao observar-lo consegui notar que não conseguia me sentir superior a uma simples criatura que não possuía nem de longe as mesmas virtudes que eu, não consegui enteder, nem ao menos achar tal resposta, apenas aceitei o fato de um ser tão inferior conseguir ter meu agrado.
Ignorando meus miseráveis pensamentos, que agora eram amorosos e criteriosos procurei dentro de mim, o que me tornava tão especial pra não poder ser adorável com as pessoas que me cercam, outra vez a resposta não pode ser encontrada; foi um vazio sem fim, não consegui pensar em nada, apenas vazio.
Senti-me instável com aquilo me tornando paralisado, nem o frio que circulava pelo meu corpo podia ser sentido, aquilo foi se tornando redundante e monótono, até quando o tão esperado segundo se passou me trazendo de volta pra realidade monárquica que era minha vida, cheia de reis e rainhas imaginários, e me pergunto se isto é correto ou muito menos saudável?
Não sei, apenas me sinto bem vivendo nesta monarquia implacável me sinto inabalável, estando no status que estou, acho que isto me torna o tal egocêntrico que tanto sou chamado. Mais sabe de uma coisa? Eu não dou à mínima.